Ainda considerado inóspito pela maior parte dos viajantes do globo, o Azerbaijão exibe uma complexa mistura de cenários e culturas. No meio do caminho entre a Europa e a Ásia, é ao mesmo tempo um nexo de impérios antigos e uma nação emergente que enriqueceu pelo petróleo e passou por uma extraordinária transformação desde os anos 1990 pós-soviéticos. É o que se vê na cosmopolita capital Baku, instalada em uma bela baía do Mar Cáspio, com seu conjunto de prédios futuristas à la Dubai (como as emblemáticas Flame Towers, cartão-postal da cidade) e museus projetados por arquitetos contemporâneos badalados como a iraquiana Zara Hadid. A poucas horas da cidade, porém, a paisagem urbana dá lugar a pequenos vilarejos onde se vive como há tempos atrás, com igrejas, mosteiros e torres milenares e cenários naturais que misturam lagos, praias, florestas e vulcões – a saber, o país seu autodenomina “Terra do Fogo”. Não perca Sheki, antigo expoente da Rota da Seda, com seus artesanatos têxteis, Qabala, com trilhas por vales e sítios arqueológicos, e o Goygol, um bonito lago enquadrado por montanhas.

A Armênia e Geórgia podem facilmente serem encaixadas em um roteiro com o Azerbaijão. Leia nosso post sobre esses outros destinos incríveis aqui.

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Quando ir?

A primavera, tempo de céu azul e campos forrados de flores, é perfeita para explorar os vilarejos rurais e a natureza do Azerbaijão – em março também ocorre festival Novruz, o ano-novo persa. O outono também é boa época para ir, com o plus de poder ver as folhas de árvores mudando de cor e pequenas vinícolas carregadas de uvas em lugares como Gabala e Ismayilli. O verão, principalmente do fim de junho a agosto, é úmido e pode bater os 40 graus – só é aprazível para quem vai se refrescar nos resorts de praia do Mar Cáspio. Se não for esquiar (sim, há estações de esqui no país), evite o inverno, de dezembro a fevereiro, quando as temperaturas chegam a menos de zero.

O que fazer?

Ver o centro histórico de Baku

Circundado por restos de muralhas, o centro histórico de Baku no Azerbaijão, deixa ver heranças de tempos de zoroastrismo, dos Impérios Sassânida e Otomano, de povos árabes, persas e russos. Ali estão a torre Giz Galasy, do século 12, e o palácio Shirvanshahs, do século 15, joias arquitetônicas do país, além de mesquitas, lojinhas de artesanatos e restaurantes típicos.

Visitar museus interessantíssimo em Baku

O Heydar Aliyev Center, projetado pela arquiteta Zara Hadid, é imperdível, tanto pelo naipe das exposições e concertos que sedia quanto pelo arrojamento da construção. Veja também o Azerbaijan Carpet Museum, com mais de 6 mil itens que homenageiam a arte da tapeçaria tradicional do país.
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Fazer um bate-volta a Qobustan

A 70 km da capital do Azerbaijão, a região considerada patrimônio da humanidade pela UNESCO tem platôs rochosos com uma impressionante coleção de petróglifos, alguns com mais de 40 mil anos. Os tours que vão até lá também costumam passar pela mesquita Bibi Heybet, uma das mais antigas de Baku, e por um campo de vulcões de lama.

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Ver resquícios dos tempos da Roda da Seda em Sheki

Ex-ponto estratégico da Rota da Seda, Sheki guarda um centro histórico vistoso – a rua Mirza Fatali Akhundov tem lojinhas de artesanato e comidinhas locais. Veja também construções como o Palácio de Kahn, do fim do século 18, antiga residência de verão do Shaki Khanate, antigamente uma poderosa província do Cáucaso.
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Explorar as montanhas do Cáucaso em Quba, Xinaliq e Laza

Quba é base para explorar em tours e trekkings uma série de vilarejos remotos de montanha, muitos deles habitados por minorias étnicas do país, entre vales, picos rochosos e estradas sinuosas. Xinaliq, a 2 350 metros de altitude, tem alguns dos cenários mais impressionantes.
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Mergulhar na história de Nakhchivan

Curiosíssimo território autônomo entre a Turquia, a Armênia e o Irã e ex-república da URSS, dá a chance de ver um lugar até pouco tempo isolado onde praticamente não chegam turistas. Ali há atrações como um mausoléu onde diz-se que estão os restos mortais de Noé, o castelo medieval Alinja, em uma localização dramática sobre as montanhas, e a bonita mesquita Qarabaglar.
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Admirar o lago Goygol

Dentro do parque nacional Goygol fica um dos lagos mais bonitos do Cáucaso, com águas azuladas rodeadas por florestas e alguns hotéis, casas de chá e restaurantes. Lugar para admirar a natureza e a população local, que costuma tirar férias por ali.
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Onde ficar:

Em um palácio histórico estilo beaux-arts, o hotel da marca de luxo canadense fica na beira do Mar Cáspio e a poucos passos do centro historio amuralhado. Os quartos elegantes têm terraços para admirar os contrastes entre o antigo e o moderno da paisagem, o restaurante Zafferan serve especialidades italianas e o spa tem uma piscina aquecida cinematográfica.
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O hotel boutique tem acomodações superespaçosas, com no mínimo 40 m², cada uma com decoração única e serviços personalizados de concierge e mordomo. O restaurante tem salão moderno e serve um mix da cozinha local com pratos internacionais, e o spa exibe uma bela piscina coberta, salas de tratamento e um belo terraço com vista para os arredores.
Para quem quer dormir dentro de um cartão-postal, o hotel cinco-estrelas fica nas Flame Towers, as icônicas torres espelhadas em forma de chama. Quartos têm janelas do chão ao teto com vistas vertiginosas para a baía da cidade, que também aparecem na bela área da piscina. Há ainda um spa e um bar de jazz.
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Não se compara ao luxo de redes internacionais, mas é a opção mais confortável na cidade de Sheki, em uma bonita construção histórica. A 50 metros do Palácio de Kahn, dispõe acomodações clássicas com banheiras de hidro, dois restaurantes com uma bela adega e um agradável pátio ao ar livre.
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É bom ponto de partida para conhecer a natureza e os pequenos vilarejo das montanhas do Cáucaso. As acomodações fazem jus ao título de “palácio” do nome, com adornos, lustres, móveis e tapeçarias opulentos. Estilo resort, a infra contam com spa, piscina, spa, três restaurantes,”hamman” (ou banho turco), quadras de tênis e campo de golfe.
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